sábado, 27 de dezembro de 2008

PARA MEU PAI

Um Di Giorgio,

Quero marcar bem esse dia,
não simplesmente para recordar-me,
mas para ser um marco.
Um inicio de algo bem maior do que jamais sonhei.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Gosto não se discute

Janela do apto do meu vizinho com detalhe decorativo de gosto pessoal próprio e equivocado. A maquina não é tão possante, portanto a que se fazer força para ver o pássaro, mas o pássaro não tem importância, afinal e só um detalhe decorativo musical, não é mesmo?

quinta-feira, 31 de julho de 2008

domingo, 29 de junho de 2008

Boa impressão.

A Internacionalização do Mundo
Cristovam Buarque
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.
(*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de "A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra).
RECOMENDO A LEITURA!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

!!!

Sempre se dá um jeito?
Só não me peça para dar um jeitinho brasileiro, porque isto eu detesto.
Posso fazer o meu melhor, dar um toque pessoal, único, coletivo, em prol do todo ou do nada...
Resultados são uma outra questão. Não se acerta sempre.
Só não me peça para dar um jeitinho brasileiro, porque isto eu detesto.
Fazer de qualquer modo, rapidinho, politicamente correto ou para agradar. Não me molestes com essas mediocridades.
Um brinde aos grandes feitos e as grandes mentes que resistem a massificação da superfluosidade e bestificação total.

REFLEXÃO
PAULO ROBERTO WOVST LEITE

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Para chorar de ???

REFLEXÃO:Dinâmica de classe no segundo dia de aula da 7 série frequentada pelas minhas filhas.
Cada aluno deveria apresentar-se, escrevendo num papel suas características e gostos peculiares.
Após feito isto todos os bilhetes foram distribuídos aleatoriamente entre os alunos para serem lidos numa forma de entreter e demonstrar o conhecimento entre os colegas, uma vez que um dos objetivos era se descobrir o dono do bilhete em questão.
Agora vou entrar no ponto. Uma de minhas filhas pegou o seguinte bilhete:



EU SOU PIQUENO, PALHASO
MINHA BIKE É VERMELHA COM AZU
EU FASO AULA DE SERAMICA E TIATRO
ESSE SOU EU.



Curiosidade:
Santa Catarina é um dos estados do país com melhor qualidade de ensino.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

SAN TELMO

Cabernet Sauvignon 2004
Procedencia Mendoza - Argentina
Regalo de un amigo muy bueno,
¡José Luis!
Agradable como deseo sea todo 2008.
Padre nuestro que estás en los cielos,
Santificado sea tu nombre...